sexta-feira, novembro 27, 2009

Dubai. È o Brasil de ontem?

Mundialmente conhecida pelo arquipélago em formato de palmeira e hotéis luxuosos, Dubai saiu das páginas de turismo para ganhar as manchetes de finanças na última quinta-feira (26), com o episódio Dubai World. Localizada ao longo da costa sul do Golfo Pérsico, um dos sete emirados dos EAU (Emirados Árabes Unidos) relembra um conto de fadas moderno, com arquiteturas futuristas e muito luxo, marca registrada do pequeno emirado. Contudo, o pedido de postergação de uma dívida de US$ 59 bilhões proposto a seus credores afetou a confiança do mercado, modificando a rotina sistemática de altas consecutivas dos índices acionários e valorização das moedas internacionais. Tradução: Dubai está bem na fita. O Brasil saiu da bosta e está na borda da fossa. Fonte: Info money.

Indignações

Explicação: Vou redigir aqui duas informações, elas são totalmente independentes, mas causam indignação da mesma forma. 1° - O Ministério público Federal (MPF) acusa a empresa empresas fabricantes dos seguintes produtos: Sukita Sukita Zero Fanta laranja Light Sprite Zero Dolly Guaraná Dolly Guaraná Diet A acusação se baseia na utilização do composto químico Benzeno. Naturalmente, ele se fundamenta da reação dos ácidos benzóicos e ascórbico (vitamina C), processo, como disse, ocorre naturalmente. Porem o produto acima apresenta concentrações acima dos limites aceitáveis. A substância esta relacionada ao desenvolvimento do câncer, além, de ser um reagente perigoso, gera a proliferação de glóbulos brancos na corrente sanguínea, fator que aumenta o risco de Leucemia e de outras doenças sanguíneas. Sabe o que as empresas disseram? Dolly, não se manifestou (Típico. Quem cala, porque é consciente). AmBev, afirma que não teve acesso a pesquisa e, portanto não pode comentar. (Tirando o dela da reta, burro, fui eu que tomei o Benzeno). Coca-Cola, (esta declaração é a melhor) “A presença eventual de Benzeno em bebidas e alimentos pode ocorrer em níveis muito baixos, não apresenta uma fonte significativa que possa afetar a saúde.” (falaram o mesmo da AIDS na década passada). 2° - De bobeira pelo site Ministério das Relações Exteriores, fui ler o tratado de Assunção. Documento este, importantíssimo para a administração das relações do MERCOSUL. Qual a minha surpresa, quando me deparei no título da página à seguinte palavra: FEDERTIVA Enquadrada na seguinte frase: A REPÚBLICA FEDERTIVA DO BRASIL Não sou ignorante, a tal ponto, para apedrejar quem esqueceu a letra “A” na hora de redigir o texto, tenho de ser é com quem corrigiu o texto. Sei que ao prestar um exame publico e cometer esse erro, estarei fora! Com que direito, poderei dizer que escrevi com pressa, e ou, rápido demais, por isso cometi esse erro? Chegar diante da banca de correção da FUVEST: perdoe-me, sou capaz, mas cometi esse erro. Jamais. Minha redação será descartada e continuarei na Universidade Particular, ainda ouvirei os acadêmicos da USP, fazerem piadinhas com a minha redação. Que credibilidade dar a este texto? Posso chegar à seguinte conclusão: que foi redigido por um estagiário, e a tal reunião com República Argentina, a República Federativa do Brasil, a República do Paraguai e a República Oriental do Uruguai, doravante denominados "Estados Partes"; só existiu para fumarem o charuto cubano e, bebericarem a cachaça brasileira. Posso estar errado! Penso também, que na verdade passaram para algum executivo, a incumbência de redigir tal documento, que por sua vez, passou a um estagiário que fez a “cagada”, aceitável, é estagiário. Mas e o executivo Federal? Provavelmente é um oficial de chancelaria, não teve o prazer de corrigir? E agora quem poderá me ajudar? Terei de ficar com os meus pensamentos e, tirar minhas próprias conclusões.

quinta-feira, novembro 26, 2009

É minha noite com Mônica Waldvogel!

Outro dia estava em um salão de beleza (KK espaço Hair, cidade de Lajeado - RS), encontrei um amigo que também estava à espera de seu corte de cabelo. Depois de conversamos sobre negócios, petróleo, dinheiro e impostos; chegamos a Mônica Waldvogel. Confessei a ele que nunca a tinha observado como mulher. Mas agora, como minhas noites de quartas, sou amarrado ao sofá, pelo meu amor (meu relacionamento), para assistir o programa Saia Justa, passei a ver a mulher Mônica e, a acompanhar no Entre Aspas ( “ ” ), também no canal GNT. Quarta era noite de futebol e cerveja, hoje em dia, é minha noite com Mônica. Obrigado por existir na minha vida, as quartas-feiras. Sempre é bom, depois que o Grêmio perde, dormir ouvindo sua voz! Tenho 25 anos, e vou confessar. Mulheres de negócios e comprometidas com o trabalho sempre as observei como "mulheres-homens". Não como MULHERES, aquelas gostosas deusas da libido masculina. É uma forma de respeito, afinal buscaram tanto a igualdade, vamos tratá-las como igual, essa era minha regra. Tinha criado uma trava de tal modo, que o desejo, o mais tolo deles, era inconcebível. Fui interrompido pelo meu amigo: Estava no aeroporto de SDU (Rio de Janeiro) com outro executivo, vimos Mônica de longe. O cara é vidrado nela, com vergonha de chegar junto, fiz a ponte. - Mônica tudo bom? (ela muito solicita e, educada parou de ler sua revista). Apresentei meu amigo e conversaram. Ela pegou seu vôo, e nos ficamos à espera do nosso. Antes de chegarmos a POA perguntei, por que não queria falar com ela? - Ela é muito inteligente, ia me destruir, eu pensei. Mas o que me destruiu, foi aquele perfume, e aquelas covinhas nas bochechas. Mônica, você esta mostrando aos homens, nós, encarregados de colocar cúpulas de cristais nas mulheres do “mercado econômico” e bem sucedidas, que ainda são mulheres, merecem nosso respeito e, todo o nosso desejo. Sem contar, que mulheres como você, são experientes e, ainda tem a beleza da mulher “pura”, sem plástica, ou com poucas. Em sua maioria é tudo ao natural. Veja a minha saia justa: “Hoje, depois que o meu amor (meu relacionamento), ler isto no meu blog, vou dormir no sofá, fazer sexo e lavar a mão!”

quarta-feira, novembro 25, 2009

Segunda opinião!

Artigo "ficcional" escrito pelo historiador Mário Maestri no Caderno Cultura da Zero Hora de Hoje, no qual tenta imaginar como seria se a Revolução Farroupilha não tivesse sido derrotada pelo Império em 1845. Vejamos: As fronteiras do país farroupilha Na versão do historiador Mário Maestri, o Rio Grande do Sul seria conhecido pelos vizinhos como a República do Pampa Ao propor um exercício de ficção, o caderno Cultura convidou o historiador Mário Maestri, o jornalista e escritor Elmar Bones e o professor de literatura Luiz Horácio para escrever sobre a Revolução Farroupilha (1835 – 1845). Na nova e diferente guerra dos três autores gaúchos o final é outro. Não bate, claro, com o conflito real, que eclodiu no fim da noite de 19 de setembro, na Ponte da Azenha, em Porto Alegre. Os imperiais e farroupilhas se enfrentaram 118 vezes, com 3,4 mil mortos, em dez anos. O número de feridos nunca foi calculado. As fronteiras do país farroupilha Mário Maestri “Após concentrar suas forças na luta contra as insurreições do Pará, do Maranhão e da Bahia, os exércitos imperiais conheceram graves derrotas no Sul, concluídas com a rendição do barão de Caxias, após o desastre brasileiro na batalha do serro de Porongos, em 15 de novembro de 1845. Dois anos mais tarde, o Brasil reconhecia a independência e estabelecia relações com a República do Pampa, nome assumido pela antiga província de São Pedro do Rio Grande do Sul”. As tendências históricas, materializadas na ação concreta das classes embaladas pelas suas necessidades sociais, levaram a que o parágrafo inicial constitua mero exercício de imaginação sobre eventual registro, em manuais escolares brasileiros de 2009, da hipotética vitória da secessão farroupilha. Elucubração que talvez encontre justificativa na celebração privada e pública incessante e irrefletida do movimento separatista, promovido em 1835-45, pelos latifundiários escravistas do meridião rio-sulino. A partir das grandes tendências históricas conhecidas pelo Rio Grande, pelo Brasil e pela América do Sul, traçaremos alguns dos prováveis e sempre hipotéticos cenários do desenvolvimento do atual Rio Grande do Sul, após 1845, caso Bento Gonçalves, David Canabarro, Antônio de Sousa Netto et caterva tivessem levado seus seguidores à vitória e não ao retumbante fracasso e aceitação, sem discussões, das condições da anistia imperial, em Ponche Verde. As fronteiras pampianas não seriam as de hoje, demarcadas, ao norte, pelos rios Mampituba e Pelotas, e, ao sul, pelo arroio Chuí. Uma forte crise imperial permitiria que a eventual raia republicana setentrional abiscoitasse parte do território catarinense, já que mais não permitiriam os brasileiros de São Paulo. Porém, é mais provável que a jovem república tivesse seus limites nos rios Jacuí-Ibicuí, permanecendo brasileiros Porto Alegre e todo ou parte do norte da antiga província de São Pedro. A população livre da capital libertou-se e resistiu às tropas farroupilhas, apoiada ativa ou passivamente pela comunidade colonial-camponesa alemã, que nada tinha a ganhar e muito a perder com os republicanos da Campanha. Pela indômita resistência, Porto Alegre, três vezes cercada e bombardeada pelos farroupilhas, ostenta, hoje, no seu brasão, a consigna de “leal” – ao Império – e “valorosa” – diante dos republicanos. Os republicanos derrotados de 1845 só voltaram a adentrar simbolicamente os muros de Porto Alegre, um século e alguns dedos mais tarde, quando os neofarroupilhas e sua cavalhada passaram a acampar, na capital, sem qualquer ensaio de resistência, cada mês de setembro, enlameando e bostejando, respectivamente, o chão do Parque Harmonia e a memória já quase perdida da heroica resistência porto-alegrense às tropas dos latifundiários. A República do Pampa possuiria população diminuta e de perfil étnico diverso que o atual. Como no resto do Brasil, os grandes proprietários fundiários sulinos sempre se opuseram ao assentamento de camponeses. A imigração alemã não seria retomada, com a fundação de Santa Cruz [1847], e as quatro colônias italianas imperiais [1875] seriam desviadas para territórios brasileiros. A república latifundiária não conheceria o impulso demográfico e a acumulação de capitais permitidos pela proliferação de economias familiares nascidas da vaga colonial-camponesa europeia. Portanto, nada de vinho, nada de cerveja, nada de polenta, nada de indústria! A própria economia pastoril conheceria forte golpe com a secessão. Sem o apoio das províncias centrais brasileiras, o tráfico de trabalhadores escravizados seria abolido, sob a pressão inglesa. As fortes perdas de cativos para o Uruguai, durante a guerra de independência, seriam repostas com dificuldade e a necessidade de fortalecer os exércitos pampianos levaria à abolição da escravatura, como nas repúblicas vizinhas. Um ponto para os republicanos! A produção charqueadora-pastoril sofreria com a falta de mão de obra para ser explorada. Os fazendeiros farroupilhas do norte do Uruguai, entre eles o general Netto e Francisco Pedro de Abreu, se submeteriam comportados às leis da nação vizinha, ou seriam expulsos a patadas, pelo presidente blanco, como Atanásio Aguirre, pois não poderiam esconder-se sob a bandeira dos exércitos imperiais, como fizeram em 1851 e 1865. O estrangulamento da imigração camponesa alemã e a inexistência da italiana, polonesa, judia, etc. materializariam o destino pastoril sonhado pelos chefes e ideólogos farroupilhas para a antiga província. Como no Uruguai, na República do Pampa não brotariam as indústrias artificiais, contra as quais os descendentes políticos farroupilhas – liberais, federalistas, libertadores, udenistas, neoliberais etc. – mobilizaram-se e mobilizam-se. Cidades como Caxias, Marau, Santa Cruz do Sul não existiriam nas fronteiras da nação farroupilha. Sem matérias-primas, sem petróleo, sem um porto decente como Montevidéu e, sobretudo, com uns raquíticos dois milhões de habitantes, restaria aos pampianos a produção de carne, de lã, os móveis e chocolates de Guaíba, uma raquítica agricultura, carente de implementos e agro-tóxicos, comprados a peso de ouro de São Paulo, e travada pelas barreiras alfandegárias sobretudo do Brasil. A saída seria transformar os pampas em um imenso deserto verde, igual que o Uruguai atual! Os produtos industriais importados dos USA, da Europa, da Argentina e sobretudo do Brasil, seriam proibitivos para a maior parte dos pampianos, desempregados e subempregados, que partiriam aos magotes para trabalhar na construção civil e em metalúrgicas paulistas, onde seriam tratados como os nordestinos. Periodicamente, as autoridades brasileiras regulamentariam a permanência dessa mão de obra estrangeira barata. Para terminar, não teríamos a Semana Farroupilha, já que seria a semana da Pátria, nem o Movimento Tradicionalista Gaúcho, substituído pelo Ministério da Cultura. A grande novidade seria o fortíssimo MOUBRAPAM (Movimento pela União do Brasil e do Pampa), nascido durante os motes populares ocorridos em Bagé, a capital e cidade mais populosa do Pampa, quando da quinta desvalorização do estribo, moeda nacional da República, após a crise de 2008. Tudo no início do segundo mandato do presidente Tonico Augustus Nico Fagulhas, que se encerra em 20 de setembro de 2010. Caso não modifique a constituição para concorrer ao terceiro. Mário Maestri, historiador, é professor do Curso e do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade de Passo Fundo.

DIREITOS HUMANOS SÃO PARA HUMANOS DIREITOS!

Em geral, apago mensagens de correntes da internet, mas uma amiga querida, me enviou esta e, resolvi ler. De tão boa crônica, resolvi postar, vale a pena você ler também! Carta enviada de uma mãe para outra mãe em SP, após noticiário na TV: DE MÃE PARA MÃE: Vi seu enérgico protesto diante das câmeras de televisão contra a transferência do seu filho, menor infrator, das dependências da FEBEM em São Paulo para outra dependência da FEBEM no interior do estado. Vi você se queixando da distância que agora a separa do seu filho, das dificuldades e das despesas que passou a ter para visitá-lo, bem como de outros inconvenientes decorrentes daquela transferência. Vi também toda a cobertura que a mídia deu para o fato, assim como vi que não só você, mas igualmente outras mães na mesma situação que você, contam com o apoio de Comissões Pastorais, Órgãos e Entidades de Defesa de Direitos Humanos, ONGs, etc. Eu também sou mãe e, assim, bem posso compreender seu protesto. Quero com ele fazer coro. Enorme é a distância que me separa do meu filho. Trabalhando e ganhando pouco, idênticas são as dificuldades e as despesas que tenho para visitá-lo. Com muito sacrifício, só posso fazê-lo aos domingos porque labuto, inclusive aos sábados, para auxiliar no sustento e educação do resto da família. Felizmente conto com o meu inseparável companheiro, que desempenha para mim importante papel de amigo e conselheiro. Se você ainda não sabe, sou a mãe daquele jovem que o seu filho matou estupidamente num assalto a uma vídeo-locadora, onde ele, meu filho, trabalhava durante o dia para pagar os estudos à noite. No próximo domingo, quando você estiver abraçando, beijando e fazendo carícias no seu filho, eu estarei visitando o meu e depositando flores no seu humilde túmulo, num cemitério da periferia de São Paulo... Ah! Ia me esquecendo: e também ganhando pouco e sustentando a casa, pode ficar tranqüila, viu? Que eu estarei pagando de novo, o colchão que seu querido filho queimou lá na última rebelião da FEBEM. No cemitério, nem na minha casa, NUNCA apareceu nenhum representante destas 'Entidades' que tanto lhe confortam para me dar uma palavra de conforto, e talvez me indicar 'os meus direitos'. Talvez a gente consiga acabar com esta inversão de valores que assola o Brasil.

O bárbaro no mercantilismo moderno.

Novamente aqui estamos nós, terra Brasil, como rota de matéria bruta. Na busca de especiarias, seguindo as rotas marítimas a caminho das índias, os países já existentes se supriram de nossa matéria e, em especial os Portugueses. E hoje, esta diferente? Abro o Jornal e vejo que Mahmoud Ahmadinejad esta no país. Não é em missão de paz, mas quer que o Brasil, seja parte integrante e ativa da ONU. Junto a Confederação Nacional da Indústria, assinou dia 23 de Novembro de 2009 (ontem, segunda) um acordo de cooperação e intercâmbio de informações, entre empresários do Irã e brasileiros. O convênio foi firmado no Palácio do Itamaraty e tem como objetivo estimular o comércio entre Brasil e o país do Oriente Médio. As rotas marítimas, surgindo com os árabes. Verifiquei que em 2008, as exportações brasileiras para o Irã registraram US$ 1,13 bilhão e as importações somaram US$ 14,7 milhões. Os principais produtos embarcados pelo Brasil ao Irã são carnes, óleos, animais e vegetais, cereais, automóveis, tratores, sementes, tabaco e papel, ou seja, as especiarias. Enquanto o País importa sal, enxofre, gesso, cal, produtos químicos, frutas, minérios, tapetes, veículos, couros e plásticos. O que me afligiu, não foi às semelhanças de hoje com o mercantilismo, mas que a comitiva é formada por empresários dos setores financeiros e petroquímico. Buscam pesquisar, equipamentos para exploração de petróleo, de serviços de engenharia, da construção civil, de aço e siderurgia, mineração, agronegócio, têxtil, de calçados, automóveis, autopeças, turismo e aparelhos médico-hospitalares. Não posso deixar de pensar que, agronegócio, têxtil, de calçados, automóveis, autopeças, turismo e aparelhos médico-hospitalares; pode ser uma tapeação para apropriar-se do nosso petróleo. Mando uma mensagem ao senhor Mahmoud Ahmadinejad: “Tio Mahmoud, o petróleo brasileiro é o mais sujo, você vai ter de refiná-lo muito á chegar ao seu produto final. Não vai valer à pena, causar uma guerra conosco, por causa de fóssil em decomposição.” Pegou a mensagem?

segunda-feira, novembro 23, 2009

Mundos dos negócios

Há duas semanas, a Kraft ofereceu US$ 16,8 bilhões aos acionistas da Cadbury. No dia 18 de novembro, o Wall Street Journal noticiou que as produtoras de chocolate Hershey e Ferrero planejariam realizar uma oferta conjunta pela britânica. Neste final de semana, uma fonte informou à agência de notícias Bloomberg que a gigante Nestlé estaria examinando uma possível oferta de compra pela Cadbury. Com a forte concorrência de empresas igualmente importantes, a Kraft pode elevar sua oferta para mitigar novas ofensivas. Enquanto Wall Street não abre, as reações em relação à notícia podem ser vistas nos papéis da Cadbury, que sobem cerca de 2,00% na bolsa de Londres, enquanto as ações da Nestlé registram valorização de 1,20% na bolsa da Suíça. Fonte: infomoney.com.br Minha opinião – O mercado é maravilhoso, medíocre, esplendido, devorador e brilhante! Toda esta busca pela Cadbury refletira no Brasil, somente se a Nestlé a comprar. Os produtos Nestlé, são em sua maioria, fabricados aqui. O que nos leva a pensar que, pode aumentar a demanda de trabalho nacional, ou, irá diminuir a mão de obra brasileira e, aumentar a Britânica, já que a Europa esta até o pescoço por conta da crise. Vamos esperar as oscilações do mercado e, ver quem será o novo dono da Cadbury.

Sai da frente, coroa. Deixa a "gente" fazer o fututo.

"O Brasil conquistou a cidadania internacional. Quebramos o último preconceito. Saímos do patamar de segunda classe para primeira", definiu o presidente Lula depois do anúncio do Rio de Janeiro como sede dos Jogos. A auto-estima do brasileiro nunca esteve tão em alta. O próprio carisma do presidente é fator causador neste sucesso internacional. Só em 2009 ele já foi homenageado pela Unesco, por conta das "ações pela paz e justiça social"; nesta semana, pela Chatham House, sede do Royal Institute for International Affairs, do Reino Unido, em "atuação de políticas social e econômica". "É o cara", palavras do homem mais poderoso do mundo, Barack Obama. Tem fácil acesso com o norte-americano do mesmo modo como tem com o venezuelano “bestial” Hugo Chavez ou o iraniano Mahmoud Ahmadinejad. Então eu pergunto: porque o Arnaldo Jabor no Jornal da meia-noite, ainda gosta de alfinetar a posição neutra do Brasil e, do presidente em relação aos conflitos Mundiais? Calmo lá Arnaldo! Nós somos uma nação, pacifica e solidaria, isso nos faz diferentes dos frios Europeus e, Norte Americanos. Estamos comendo a nossa fatia do bolo, quer que ressuscitemos os pracinhas e escolhamos este ou aquele lado; com todo o respeito que você merece e, admiração que tenho pelo seu profissional. Infelizmente você caiu no meu conceito. Tenho de confessar que no conceito de muitos estudantes e, futuros formadores de opinião. Começo a acreditar no que: “verdadeiramente o homem depois dos 50 anos, deve parar de escrever, deve parar de trabalhar, deve morar no mato ou morrer.” Arnaldo, ta fazendo hora extra, acreditando que ainda estamos no passado? Sai da frente que o futuro esta passando, e você ficou!

sábado, novembro 21, 2009

Fui ao Gaudério...

O programa Pânico na TV com aquele linguajar chulo, recheado de palavrões e, humilhações públicas de pessoas, em sua maioria sem instrução, sem beleza e sem um pingo de noção, conseguiu me assustar e eu fui ao Gaudério. Rápida explicação. Sou natural de Caçador (SC), mas fui criado na capital Paulista (SP), meu pai é um gaúcho bonachão que vive na fronteira. É o meu Gaudério. Tive muito pouco contato com a cultura do Rio Grande e, hoje morando em Lajeado com o meu amor. Resolvi desbravar os Pampas e conhecer a sabedoria do meu povo! Voltando... Depois de ter de ouvir Rute, Rutee, Ruteee por longas semanas no trabalho, na faculdade e até mesmo dos doces lábios do meu amor resolvi ir ao meu Gaudério. Disse a ele que tenho medo de que todo o Brasil e, os Pampas, não saibam mais o que é o respeito ao individuo. O que o pânico esta fazendo com a gente? Perguntei a ele. Como “Paulista” que relativamente sou, estava de calça jeans, sapato e camisa; o Gaudério de bombacha e botas, nós dois no meio do capim, vendo o Vale Taquari do alto da colina. Ele tomando chimarrão e eu no café de garrafa térmica. Tchê meu Guri... Disse ele. O programa pânico na TV mostra o circo ao povo que não tem pão, o povo quer rir, mas não quer pensar, não quer se envolver. Todo mundo quer churrasco de costela e, tomar chimarrão. Bah mas abra esta tua cabeça cheia de poluição (ele gosta de me alfinetar como bom gaúcho que é). O Pânico ta fazendo o que a imprensa que se diz jornalística e, de informação deveria fazer, mostrar que artista é gente e não sobrenatural, que os Piás aprontam quando bebem. E que tem Guria muito da bonita e, algumas são até que inteligente! Bah capaz (me deu um tapa na orelha) pensa um pouco corintiano da Churupita. Nenhum jornalismo de circulação nacional e, com grande audiência de publico entrou naqueles buracos de São Paulo para mostrar que o povo não tem instrução sobre as drogas. È mentira do Gaudério Tchê? (perguntou ele). Eles precisam vir em Lajeado também. A mídia daqui, onde é que ta pra mostrar o sujo crescimento do uso de craque? Ao invés mostrar bailão e fandango. Bah outro dia eu aqui no centro e tinha um negocio bacana de um artista plástico, umas pedras brancas dizendo craque aqui não, isso sim é bom, é pro povo pensar, tomar chimarrão e pensar. As pedras do caminho foram tiras, mas o craque ficou. Bah que vergonha! O Rio Grande esta se movendo aos poucos, mas tem de ir onde à sujeira ta, tem de levar a informação até lá. Outro dia perto da tua casa, lá no centro prenderam uns traficantes, não esta tudo perdido, aos poucos tão fazendo alguma coisa, mas precisam fazer mais. Obrigado Gaudério. Agradeci, mas ele logo rebateu: Capaz que’u não terminei! O pânico só ta mostrando a realidade da forma mais suave para o povo aguentar, no riso. O povo ri do ridículo dos outros, mas depois quando o riso passa fica a vergonha. Claro, que quando eles estragam a programação eu mudo pro fantástico. Terminei meu café e o Gaudério seu chimarrão. Sai correndo para não chegar tarde para a ceia, o amor não gosta! Estava a algumas distancias quando meu pai gritou: Oh pia, para de rebolar que tu ta parecendo o Christian Pior. Tive de xingar o Gaudério. Dentro do carro ainda ouvi sua gargalhada e An-to-ni-o Nunes (PLÀ!), uma imitação muito ruim.

Saga do Acarajé

Cara, muito melhor o novo layout do seu blog. Oehler que show "A saga do Acarajé". Parabéns! Me motivou a fazer o meu. È isso que esta faltando, pessoas que escrevam da verdade que nos perturba e, nos faz sentir vivos. Recomendo que usem e abusem deste blog.

INDIGNAÇÃO

Início o meu blog com uma indignação. Revolta é a melhor definição. A novela é a seguinte: comprei o livro “As mil e uma noites”, publicado pela editora Ediouro. No livro o nome Sherazade aparece como escrevi, mas, ao terminar o livro, dei conta de que na capa traseira o nome aparece “Cheherazade”. O que é isso? Por que, esta escrita assim? Fiz a mesma pergunta à editora, e sabe o que ela fez? Não me respondeu. Como cliente e, comprador assíduo de livros, quero ter o direito de entender o que estou lendo, quando não a explicação. Enviei um email em Julho e, até hoje ainda não tenho nenhuma resposta. Mas, vou continuar tentando, não vou pesquisar, vou esperar a editora, cumprir o seu papel de comunicadora e sanar minha duvida.
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