terça-feira, março 30, 2010

A retomada de Tribunus.

Sim, estive um longo tempo afastado sem notificação neste meio de comunicação. Como diz o título deste blog, me comprometi em ser o Tibunus. Aquele que vai diante do seu povo, sem medo de relatar as augura que, o parco sistema todos tenta esconder. Devo confessar, não fiz isso. Usei este blog com a mesma finalidade fútil que muitos utilizam. Misturei minhas opiniões, os fatos concretos e aquilo que chamo de “eu mesmo” – leia-se, “vida pessoal”. Risos. Não vou comentar esta minha frase. Depois deste longo período de abstinência escrita, de um aprofundado período de leitura, de um estudo de mim mesmo e uma maior observação do mundo e ao meu redor. Reformulei e direcionei minhas idéias, lamentos e indagações. Parto aqui neste caderno digital, onde as eternas perguntas de um ouvido sem repostas que, saem de mim, buscam no eco do cotidiano tentando nestas mesmas perguntas encontrar suas próprias respostas. Já minhas lamurias, meus medos, alegrias e o meu “eu mesmo”, despejo como um vômito de letrinhas em um novo Romance, também recheado de perguntas, por que por natureza sou um questionador. Não vou falar ainda sobre o tema que estou trabalhando. Está bruto, cru e, ainda fede a incoerência. Quando estiver encorpado, belo e limpo das incertezas que permeiam seu nascimento, darei algumas linhas. O intuito que me trás a pena, como diria o poeta. Não é deixar aqui, minha opinião sobre o caso, monstros Nardone. Acredito que são culpados. Não é para falar sobre no que se tornou o Pré-sal. Os estados estão certos. Não é para questionar os “antecipados candidatos” a presidência de nossa terra tupiniquim. Cuidado Dilma. Também não é para te recordar que a gripe suína ainda esta por ai. Mas o povo esqueceu. Não é para falar sobre o tema do homossexualismo, esfregado na cara de quem fingia não ver, versus o preconceito machista ainda presente no século XXI, pelo programa BBB 10. NÃO! Vamos olhar para um ponto que quase ninguém vê, e quando vê. Não vê, ouve! Através da suave voz de Fátima Bernardes e, o envolvente timbre de William Bonner. Acordo EUA-Rússia sobre armas nucleares O Ministério das Relações Exteriores publicou uma nota no dia de ontem informando que Estados Unidos e a Rússia assinarão no início de abril, na República Tcheca, novo acordo bilateral para a redução recíproca de armas nucleares, com vistas a substituir e aprofundar os compromissos do Tratado de Redução de Armas Estratégicas (START-I), expirado em dezembro de 2009. Quero lembrá-los que esta busca pelo equilíbrio da balança internacional – entende-se o acordo – acontece entre dois antigos rivais. A fim de inibir um ao outro para uma revelia, ou até mesmo uma retomada de Guerra Fria. E nós? Que nesta anarquia que é o sistema internacional, somos pequenos infantis? O jovem Brasil, ao invés da velha Europa e do Adolescente EUA, não requereu uma fatia de bolo. Fomos comendo palas beiradas e, como bons brasileiros, demos um jeitinho de partir da beira para o meio. Sem parada na cereja. Chegando diretamente nos braços da ONU. Hoje podemos como jovens observadores do sistema internacional, expressar nossa opinião. E consideramos que o novo tratado representa um avanço importante no campo do desarmamento nuclear e está em linha com os passos que julgamos necessários para eliminação irreversível dos arsenais atômicos. O nosso Governo espera que na VIII Conferência de Exame do Tratado para a Não-Proliferação de Armas Nucleares – TNP, a ser realizada em maio, em Nova York, as potências nucleares sejam capazes de adotar novas medidas concretas, para colocar em prática seu comprometimento com o desarmamento nuclear, expresso nas Conferências de Exame do TNP em 1995 e em 2000. Pergunta eterna de um ouvido sem resposta: Nestes dez anos, só agora vão diminuir a produção de armas de destruição? E o que já foi produzido, vão jogar onde? Só espero que, não na cabeça dos mais novos!

segunda-feira, março 08, 2010

Eu...

Não, eu não estava no terremoto no Haiti. Não, eu não estava no terremoto no Chile. Não estava no maremoto no Ilhas Fuji. Não estava nas enchentes pelo Brasil a fora. Eu estava muito preguiçoso, sem ter o que fazer, coçando o saco na maior gandaia em frente à televisão, comendo feito um javali selvagem, querendo engordar como a orca Willy. Por estes simples motivos não respondi a email, não escrevi no meu blog, não fiz perguntas que ninguém me irá responder e... eu estava com principio de depressão. É isso ai, não queria fazer nada, com os dedos do pé quebrado, me vi incapacitado, parecendo uma personagem daquela novela super legal. Qual o nome: Viver a vida? Não. Que chata vida! Daquele autor, Manoel tanahoradeseaposentar Carlos. Enfim, volto com eternas perguntas. Com a bateria carregada. Novidades, cortei o cabelo, estou novamente com micose (isso não é novidade), fiz três micro-cirurgias, não sambei no carnaval. Enfim, quero que tudo vá para algum lugar, bacana! Revoltas a parte, comecei um novo livro, o tema é mais leve que Maçãs Mofadas, porém mais divertido que o perdedor do Oscar, Avatar! Pergunta eterna de um ouvido sem resposta: O plano de governo da Dilma incluiu proteção a catástrofes naturais? Fátima Bernardes, te amo, você esta sumida do JN. O quê o Bonner esta te fazendo?
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