segunda-feira, março 28, 2011

Pedido de paz.

Application de la paix.

Amis de la Libye, l'Egypte, les Etats-Unis, France, Allemagne, Australie, Afrique et à travers la planète terre. S'il vous plaît laissez-nous rappeler que notre planète Terre est notre maison. Dites non à la guerre, ni faim, ni à l'égoïsme et de ne pas verser le sang. Tous sont égaux dans tous les continents. Nous avons besoin de manger, de noix de coco et de notre sang est rouge, pas de race ou de croyance question. Promouvoir la paix. Akin pour le Brésil, un pays de paix!

طلب للحصول على السلام. أصدقاء من ليبيا ومصر والولايات المتحدة الأمريكية وفرنسا والمانيا واستراليا وافريقيا وحول كوكب الأرض. اسمحوا لنا أن نتذكر أن كوكبنا الأرضي هو وطننا. نقول لا للحرب ولا جوع ، لا للأنانية وعدم سفك الدماء. كل الناس سواسية في كل قارة. نحن بحاجة لتناول الطعام ، وجوز الهند ودمنا أحمر ، لا يهم العرق أو العقيدة. تعزيز السلام. أقرب إلى البرازيل ، وهي بلد السلام!

Application for peace.

Friends of Libya, Egypt, the USA, France, Germany, Australia, Africa and around the planet earth. Please let us remember that our planet earth is our home. Say no to war, no hunger, no to selfishness and not to shed blood. All are equal in every continent. We need to eat, coconut and our blood is red, no matter race or creed. Promote peace. Akin to the BRAZIL, a country of peace!

barış için Uygulama.

Libya, Mısır, Friends of ABD, Fransa, Almanya, Avustralya, Afrika ve dünya gezegeni etrafında. bizi gezegenimiz dünya bizim vatanımız olduğunu hatırlayalım lütfen. ve bencilliğine hayır, hayır açlık, savaş için hiçbir Say kan dökmek için değil. Bütün her kıtada eşittir. Biz ve hindistan cevizi yemek gerekir kanımız olursa olsun, ırk veya inanç kırmızıdır. Teşvik barış. Akin BREZİLYA, barış bir ülke için!

Søknad om fred.

Venner av Libya, Egypt, USA, Frankrike, Tyskland, Australia, Afrika og rundt planeten jorden. Vennligst la oss huske at vår planet jorden er vårt hjem. Si nei til krig, ingen sult, nei til egoisme og ikke til å utøse blod. Alle er like i alle verdensdeler. Vi trenger å spise, kokos og vårt blod er rødt, uansett rase eller tro. Fremme fred. Akin til Brasil, et land med fred!

平和のためのアプリケーション。リビア、エジプトの友達、アメリカ、フランス、ドイツ、オーストラリア、アフリカ、地球の周り。私たちの惑星地球は私たち の家であることを覚えてさせて頂きます。と利己主義にノー、ノー、飢餓、戦争にノーと言う血を流すことにされていません。すべてのすべての大陸に等しい。 私たちは、ココナッツを食べる必要が我々の血に関係なく、レースや信条赤色で表示されます。推進平和。アキンブラジル、平和の国へ

segunda-feira, março 21, 2011

Era ele e o verde

Segundo texto para Paixões Ordinárias.

Ele não era um “odiador”, mas a arquitetura barreira da luz, aquela fria onde nasceu, onde sabia caminhar, cheia de cimento, cal, azulejos, formas e retas duras em sua dureza de ser, que o oprimia. Sua forma têxtil, a língua normativa que tinha de ter, suas normas e padrões de como seguir, tudo isso também suprimia seu instinto. Não era estranho se encontrar melancólico, bucólico no prazer da carne com a carne. Sim, a reflexão do ato de estar ali, envolvido pelo sistema biológico, mas pulsante por algo que não sabia o que era. Apenas o desejo de já acabar, expelir o que tivesse de expelir, sentir o que já sabia o que sentiria, mas o novo, um novo corpo, nova sensação, isso não vinha, não tinha, não sabia o que era, mas queria!

Partiu, fugiu por estradas de piche que já conhecia, abandonando a velha que o possuía, rasgando sua existência de apenas existir. Nunca mais as duras avenidas, adeus ruas frias, jamais teria de vê-la sorridente entre dentes de tijolos iluminados pelas luzes artificiais que um dia se apagarão; na busca do natural, da alma limpa e límpida pela escuridão da noite, na iluminação do sol e na carne da terra, estava a caminho da virgem. Parou, andou e seguiu cego da cede do verde.

A negra noite o envolveu como envolve toda a luz. Os cri-cris encontraram seus ouvidos, seguidos de esguichos e ruminações do que não conhecia, e sugou forte o ar sentindo a água em terra penetrar em si, envolve-lo com o ardor do ar puro. Nada o tocava e tudo estava nele, tudo sentia, no entanto não achava pouso sobre a folhagem, apenas o medo o fazia seguir, sem traçar rumo certo, apenas dentro dela, de pé firmes seguiu abandonando as roupas, a têxtil pele que não era dele. Queria só ser, nas lagrimas duras de ser apenas ele, na cruza da carne cortada pelo arbusto, nos pés fincados pelos espinhos, nos cabelos molhados pelo orvalho, apenas ser. Era ele e a natureza vivendo só na “longidão” da velha cidade, o mato que dormia como cama era seu companheiro, era ele nu na folhagem materna em útero de acolhida.

O sol puxou-o pelos peitos, inflando seu corpo ao novo, trazendo ao ultimo dia. Não era Ninive, nem a branca de neve no bosque, mas apenas ele envolto por ela, verde em sua completude, magnânima do tudo que é o verde, onde o verde era o tudo para ele e o todo era verde. Aquele frio na barriga, aquela tremedeira nas pernas, o sacolejar cadenciado do corpo em rebolado compassado, mas sem outra carne, apenas ele e a mata, e cri-cris. Não precisava falar apenas sentir na pele o vento. Enxergá-la de baixo a riscar o céu com suas novas folhas. Não foi preciso o fingimento, as lagrimas correram por simples contemplação, a pele enrijeceu sem o toque feminino, e ele veio forte como tinha de ser, livre como era, branco como fora feito e novo como queria.

Não moveu um dedo para o orgasmo da alma do corpo, apenas abriu os braços, grande, bem grande e ao longe colhendo o enorme pinheiro que deitava sobre si, abrindo seu crânio, unindo carne a terra, juntando homem e natureza, verde e vermelho no ato do lenhador, que não gritara: Madeira!

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