sexta-feira, outubro 28, 2011

O SEU REFLEXO

Quando me desafiei de criar coletâneas de poemas sobre imagens, que amigos e profissionais me enviaram foi com o intuito de brincar de ser Deus. Um deus momentâneo sobre a significação fotográfica do outro. E não é que deu certo! Certo... Mais ou menos, não que me sinta deus, mas ter o poder de traduzir em palavras o olhar do outro sobre um objeto, um local, uma pessoa, a imagem enfim; foi mágico!

É muito mais do que fazer uso da semiótica como um troço de plano á linguagem de significações correlatas, que transitam entre o real e o imaginário, relativamente aproximam-se da formação primaria de quando foi tirada a foto – o momento. Verdadeiro retorno a minha “auto-formação” como escrito, pseudo-escritor, tá bom... Medíocre escritor.

Escrever poesia é ser deus – estar no céu de suas pretensões criativas onde as palavras são firmes nuvens que o eleva da verdade do inconsciente.

Após esta pausa do blog, volto com mais uma coletânea de poemas inspirados em fotos. Seguindo as linhas das coletâneas Daiane Kelly (amiga de colégio e fotografa) e Víctor Gonzales (amigo de faculdade e tradutor).

As imagens que acompanharão desta vez vem de lá do interior do Maranhão, e são de Rud Erlhys Andrade, magnífico fotografo de editorias, que topou a parada de tirar fotos aleatórias que representassem algo á ele, e me enviasse para dar-lhe significações a partir do meu olhar.

Iniciemos então:

O SEU REFLEXO.

Por quê? Eu sou assim, assim que sou!

domingo, outubro 09, 2011

NA BEIRA DO SEPULCRO - Com a voz o verme!

Ao final desta da coletânea “NA BEIRA DO SEPULCRO” humanizo um verme, e trago através dele outro olhar sobre a massa dominadora terrestre – humanidade. Contudo concluo através deste soneto acreditando que acima de nós, homens, existe algo maior, seja uma Luz, um Mito, um Deus ou até mesmo um verme.

Agradeço ao amigo Víctor Gonzales, pelas lindas fotos e incentivo. E anseio muito nossa parceria com a tradução do livro. Agora vocês tem:

NA BEIRA DO SEPULCRO - A porta negra

NA BEIRA DO SEPULCRO - Desespero

NA BEIRA DO SEPULCRO - Suflê mofado

NA BEIRA DO SEPULCRO - A revolta do verme

Por quê?

Eu sou assim, assim que sou!

domingo, outubro 02, 2011

Na beira do sepulcro dos sentimentos

È inevitável não retornar ás lembranças de pessoas amadas, que partiram, ao pensar em cemitério. Buscar palavras que exemplifiquem o que penso, que sinto, é tarefa árdua por conta destas lembranças. E na continuação da coletânea “NA BEIRA DO SEPULCRO” faço uso do que de melhor tenho, estes mesmos sentimentos, e do que não tenho certeza, as palavras. As fotos do cemitério de La Recoleta carinhosamente cedidas pelo amigo Peruano Víctor Gonzales, são os transportes para as retomadas sentimentais e a busca das melhores palavras. São agora os poemas: NA BEIRA DO SEPULCRO - A porta negra NA BEIRA DO SEPULCRO - Desespero NA BEIRA DO SEPULCRO - Suflê mofado.

Por quê?

Eu sou assim, assim que sou!

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