quarta-feira, novembro 30, 2011

O SEU REFLEXO: Por um beijo de Santa Paula

Quando me desafiei de criar coletâneas de poemas sobre as imagens do amigo Rud Erlhys Andrade. Verdadeiramente não esperava que fosse tão bem recebidos como estão sendo os poemas.

Agradeço os comentários de todos, via Facebook, no Blog e no “cara a cara”.

Concluo esta coletânea com a satisfação de ter feito um trabalho bacana, que contou parcerias de pessoas bacanas. Para as fotos do Rud temos:

O SEU REFLEXO: Fotografo

O SEU REFLEXO: Pernas

O SEU REFLEXO: Rosa Rubra

O SEU REFLEXO: Esperança de butica

E ao fim:

O SEU REFLEXO: Por um beijo de Santa Paula

Ai se chegasse até a beira da nuvem

Batesse na porta do céu, e São Pedro não me abrisse.

Se morresse e fosse para o inferno, o meu amor para o céu subisse.

Iria sem pensar arriar a porta do céu,

Queria ver o santo que não me abrisse?

Se São Jorge com sua espada que fere dragão me impedisse,

Até com Santo Expedito, meu padroeiro, com o pé que fere o corvo meu peito abrisse.

Ou Cristo se se engraçasse, sofreria, porque a porta do céu a ponta pés eu derrubaria.

Só para sentir o último beijo da mulher amada.

Me abraçaria com o Tinhoso

Porque Anunciação morando no céu, com os santos eu teria.

sábado, novembro 26, 2011

O SEU REFLEXO - Esperança de butica

Na continuação de “O SEU REFLEXO”, depois de:

Fotógrafo, Pernas, Rosa Rubra, venho com Esperança de butica.

Mais um poema inspirado em uma das fotos do amigo de Rud Erlhys Andrade

Eu não sabô lê

Eu não sabô iscreve

Como tôma conta di butica?

Eu sabô qui o sol é um rei

Qui a lua é parenta da Belinha

E o mar é quem beja areia

Eu não sabô lê

Eu não sabô iscreve

Como tôma conta di butica?

A Belinha sei que brinca di se lua

É pretinha e branca a bichinha

Cadela safada, sei purque Vó chamela assim

Eu não sabô lê

Eu não sabô iscreve

Como tôma conta di butica?

Papai foi prô céu

Mamãe foi atráis deli

Sei purque Vó falo, Mamãe é ciumênta

Eu não sabô lê

Eu não sabô iscreve

Como tôma conta di butica?

Fico sempre na beira da a ribeira

Zóio sempre pru céu

Belinha, cadela safada, sempre lá tãbém

Eu não sabô lê

Eu não sabô iscreve

Como tôma conta di butica?

Eu não vô pra butica do Tio

Vô olha pru céu

Pra vê hora qui Mãe acha Pai

Eu não sabô lê

Eu não sabô iscreve

Como tôma conta di butica?

sexta-feira, novembro 18, 2011

O SEU REFLEXO - Rosa Rubra

Para “O SEU REFLEXO” tivemos:

Fotógrafo, Pernas e agora Rosa Rubra.

Mais um poema inspirado em uma das fotos do amigo de Rud Erlhys Andrade

Rosa rubra rubrosa

Risonha em seu rubor

Resistente e frondosa

Das amarguras humanas

Anestesiada como uma réstia cadente

Alva da beleza do amor

Das pétalas rubras

Á tristeza do adeus

Restos de uma beleza

Piegas ao meu eu

Presente e insistente

No eterno presente á amada.

quinta-feira, novembro 17, 2011

O SEU REFLEXO - Pernas

Depois de “Fotógrafo” venho com o “Pernas” para a coletânea "O SEU REFLEXO"

Perna pernas pernas que delícia

Pernas pernas pernas pernas coxas

Pernas pernas pernas pernas pernas rebolado

Pernas pernas pernas pernas pernas pernas que me perco

Pernas pernas pernas pernas pernas pernas que persigo

Pernas pernas pernas pernas pernas pernas pernas vou até você e você você você...

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...